Empreendedora aposta em setor inovador e é premiada

Jovem de 33 anos largou carreira de analista de sistemas para mostrar ao mundo que liderança de negócio no setor de drones também é lugar de mulher


Por Abril Branded Content

3 set 2018, 11h14 - Publicado em 27 ago 2018, 16h34

Raquel Molina foi eleita a empreendedora do ano na feira de drones DroneShow
Raquel Molina foi eleita a empreendedora do ano na feira de drones DroneShow

Raquel Molina foi eleita a empreendedora do ano no setor pela DroneShow, maior feira de drones da América Latina (Futuriste/Divulgação)

Raquel Molina era ainda uma criança quando ganhou o primeiro computador de seu avô, que aprendia sozinho a mexer na máquina e depois ensinava as netas. Veio daí a inspiração que a fez formar-se em sistemas da informação anos mais tarde. Do avô, herdou o gosto pela tecnologia. Do pai, que assistiu ao esforço de abrir o próprio negócio, herdou a vontade de empreender. Há quatro anos, abandonou uma carreira de analista de sistemas para virar empresária em um mercado inovador: o de drones.

Hoje, aos 33 anos, ela é fundadora – junto ao sócio Leonardo Minucio – da Futuriste, empresa pioneira na prestação de serviços e treinamento do uso de veículos aéreos não tripulados (VANTs). Ao desbravar esse nicho, Raquel tornou-se a primeira instrutora de drones do país, fez da Futuriste a empresa brasileira com maior número de indicações na lista TOP 3 do mercado pela DroneShow (a maior feira de drones da América Latina) e foi eleita no evento de 2018 como “empreendedora do ano” do setor.

“Vimos fora do país uma oportunidade. Lá fora o uso profissional dos drones estava se desenvolvendo bem, enquanto aqui ainda engatinhava”, conta. É que em 2014 os drones ainda não eram muito conhecidos por aqui. E quem os conhecia os associava a um uso negativo, como para guerras ou espionagem. A Futuriste mostrou que eles poderiam ir muito além: são utilizados para inspeção e monitoramento de obras, na análise do plantio e até mesmo na cobertura jornalística de eventos ou na produção de imagens publicitárias.

O caminho de Raquel até aqui, no entanto, não foi fácil. Ela teve que provar para muita gente que a liderança de uma empresa pioneira e inovadora também era lugar de mulher. “O mercado de drones é predominantemente masculino, assim como o mercado de tecnologia como um todo. As pessoas ficavam espantadas de ver que era uma mulher à frente de uma empresa de drones. Vinham procurar o instrutor e eu era a instrutora”, conta.

Mas se por um lado houve quem não lhe desse crédito, por outro há quem valoriza seu trabalho. “Já tive reconhecimento de muitos homens. Uma vez fui jantar com um CEO de uma companhia japonesa e ele ficou muito surpreso quando viu que a dona da empresa era mulher. Ele me disse que era surpreendente ver uma mulher na posição em que eu me encontrava nesse mercado.”

Agora, Raquel tenta trazer mais mulheres para perto. O número de alunas que instrui este ano já aumentou 25% em relação ao ano passado. “Achamos que tem poucas mulheres na tecnologia, mas isso vem da falta de incentivo da menina quando criança ter contato com esse mundo”, explica. “Meus pais sempre me deram videogame, eu cresci dentro desse ambiente, isso é fundamental para despertar o interesse. Eu fiz isso com minha filha e ela já é apaixonada por tecnologia, tem até o seu minidrone.”

Ela passou também por desafios que todos os empreendedores enfrentam. Mas, para se destacar em um mercado tão inovador, buscou primeiro por capacitação — não só técnica, mas também de gestão. Além dos treinamentos, principal foco da empresa, a Futuriste também vende o equipamento e presta serviços de assistência técnica.

“Fomos nos desenvolvendo, crescemos junto com a popularidade. No começo, demoramos cinco meses para fazer a primeira turma. A gente precisava primeiro mostrar que aquilo existia, quais eram seus benefícios para então dizer: ‘Agora que você sabe disso, vamos fazer um curso?”.

Ela também buscou conhecimento para não errar na gestão do negócio. “Isso é fundamental. Você pode ser ótimo técnico e afundar a empresa por falta de conceitos financeiros ou de marketing, por exemplo.” E encontrou, em redes de mulheres empreendedoras — grupos que se reúnem para fazer networking, tirar dúvidas em comum, trocar experiências e até fazer sessões de consultoria e mentoria —, o apoio para seguir em frente apesar das dificuldades. “Hoje tento colaborar e atuo também como mentora. Isso é essencial no dia a dia, porque fazer as coisas sozinha é mais difícil”, diz.

Agora, os planos são de expansão. Raquel quer fixar a empresa em outros estados para atender mais regiões. Hoje, a Futuriste tem seis instrutores — entre eles, duas mulheres — que já treinaram 1 500 pessoas, além de oito funcionários na operação. “Temos 50 000 drones cadastrados no Brasil, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). É um mercado grande que só se profissionaliza mais depois da regulamentação”, conta.

Nas próximas semanas, a empresa vai participar do programa de aceleração do Itaú Mulheres Empreendedoras, que tem como objetivo aprimorar as habilidades de gestão empresarial e o desenvolvimento do talento de empreendedoras.

O projeto funciona como uma capacitação intensiva, de 72 horas de aulas online e presenciais. Além disso, 30 empreendedoras selecionadas de todo o Brasil e de diferentes segmentos elaboram um plano de crescimento para as suas empresas. O programa é realizado em parceria com a Fundação Getulio Vargas de São Paulo, e, além das aulas, as mulheres contam com avaliação e feedback para os projetos apresentados no final do programa.

Segundo informações passadas pelo Itaú Mulheres Empreendedoras, a dupla ou tripla jornada de trabalho das mulheres acaba as levando a uma falta de tempo e estímulo para fazer networking. Ainda são poucas as referências de liderança feminina na mídia impressa e digital, filmes e eventos para que consigam se inspirar.

É por isso que redes de apoio são tão importantes: para que elas possam trocar experiências, aprender umas com as outras nos erros e acertos, se reconhecer nos desafios e potencialidades e, ainda, mapear oportunidades de fazer negócios e parcerias — um verdadeiro exercício de sororidade e empatia. No site do projeto, as empreendedoras encontram artigos e ferramentas de gestão, além de um curso online sobre Plano de Crescimento, vídeos e histórias inspiradoras de mulheres que estão à frente dos negócios.


        

Empreendedora aposta em setor inovador e é premiada

Seu negócio aceita cartão? Muitos lojistas ficam em dúvida na hora de decidir se devem ou não oferecer essa opção de pagamento. Afinal, quais são as vantagens da máquina de cartão para as vendas? Antes de fazer essa escolha, é preciso prestar muita atenção ao comportamento dos seus clientes.

Hoje os cartões de débito ou crédito são a preferência dos brasileiros para realizar pagamentos, sendo que mais de 70% dos brasileiros optam por esse meio de pagamento em suas compras, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Pensando nisso, listamos neste artigo as principais vantagens da máquina de cartão para o seu negócio. Quer saber mais? Confira a seguir!

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O caminho de Raquel até aqui, no entanto, não foi fácil. Ela teve que provar para muita gente que a liderança de uma empresa pioneira e inovadora também era lugar de mulher. “O mercado de drones é predominantemente masculino, assim como o mercado de tecnologia como um todo. As pessoas ficavam espantadas de ver que era uma mulher à frente de uma empresa de drones. Vinham procurar o instrutor e eu era a instrutora”, conta.

Mas se por um lado houve quem não lhe desse crédito, por outro há quem valoriza seu trabalho. “Já tive reconhecimento de muitos homens. Uma vez fui jantar com um CEO de uma companhia japonesa e ele ficou muito surpreso quando viu que a dona da empresa era mulher. Ele me disse que era surpreendente ver uma mulher na posição em que eu me encontrava nesse mercado.”

Agora, Raquel tenta trazer mais mulheres para perto. O número de alunas que instrui este ano já aumentou 25% em relação ao ano passado. “Achamos que tem poucas mulheres na tecnologia, mas isso vem da falta de incentivo da menina quando criança ter contato com esse mundo”, explica. “Meus pais sempre me deram videogame, eu cresci dentro desse ambiente, isso é fundamental para despertar o interesse. Eu fiz isso com minha filha e ela já é apaixonada por tecnologia, tem até o seu minidrone.”

Ela passou também por desafios que todos os empreendedores enfrentam. Mas, para se destacar em um mercado tão inovador, buscou primeiro por capacitação — não só técnica, mas também de gestão. Além dos treinamentos, principal foco da empresa, a Futuriste também vende o equipamento e presta serviços de assistência técnica.

“Fomos nos desenvolvendo, crescemos junto com a popularidade. No começo, demoramos cinco meses para fazer a primeira turma. A gente precisava primeiro mostrar que aquilo existia, quais eram seus benefícios para então dizer: ‘Agora que você sabe disso, vamos fazer um curso?”.

Ela também buscou conhecimento para não errar na gestão do negócio. “Isso é fundamental. Você pode ser ótimo técnico e afundar a empresa por falta de conceitos financeiros ou de marketing, por exemplo.” E encontrou, em redes de mulheres empreendedoras — grupos que se reúnem para fazer networking, tirar dúvidas em comum, trocar experiências e até fazer sessões de consultoria e mentoria —, o apoio para seguir em frente apesar das dificuldades. “Hoje tento colaborar e atuo também como mentora. Isso é essencial no dia a dia, porque fazer as coisas sozinha é mais difícil”, diz.

Agora, os planos são de expansão. Raquel quer fixar a empresa em outros estados para atender mais regiões. Hoje, a Futuriste tem seis instrutores — entre eles, duas mulheres — que já treinaram 1 500 pessoas, além de oito funcionários na operação. “Temos 50 000 drones cadastrados no Brasil, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). É um mercado grande que só se profissionaliza mais depois da regulamentação”, conta.

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O projeto funciona como uma capacitação intensiva, de 72 horas de aulas online e presenciais. Além disso, 30 empreendedoras selecionadas de todo o Brasil e de diferentes segmentos elaboram um plano de crescimento para as suas empresas. O programa é realizado em parceria com a Fundação Getulio Vargas de São Paulo, e, além das aulas, as mulheres contam com avaliação e feedback para os projetos apresentados no final do programa.

Segundo informações passadas pelo Itaú Mulheres Empreendedoras, a dupla ou tripla jornada de trabalho das mulheres acaba as levando a uma falta de tempo e estímulo para fazer networking. Ainda são poucas as referências de liderança feminina na mídia impressa e digital, filmes e eventos para que consigam se inspirar.

É por isso que redes de apoio são tão importantes: para que elas possam trocar experiências, aprender umas com as outras nos erros e acertos, se reconhecer nos desafios e potencialidades e, ainda, mapear oportunidades de fazer negócios e parcerias — um verdadeiro exercício de sororidade e empatia. No site do projeto, as empreendedoras encontram artigos e ferramentas de gestão, além de um curso online sobre Plano de Crescimento, vídeos e histórias inspiradoras de mulheres que estão à frente dos negócios.


 

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