8 tendências do varejo para 2022

A Rede esteve na NRF, a maior feira de varejo e tecnologia do mundo, e trouxe alguns destaques para você ficar de olho!

Publicado em 25 fev 2022

mãos segurando um tablet em um fundo escuro com luzes refletidas
mãos segurando um tablet em um fundo escuro com luzes refletidas

A National Retail Federation, também conhecida como NRF, organiza o evento Retail 's Big Show, a maior feira de varejo e tecnologia do mundo, realizada em Nova York para apresentar as principais tendências e novidades do mundo do varejo. Fomos até lá e voltamos com alguns conceitos que estarão em alta em 2022 e nos próximos anos. Olha só:

1 - Papel da loja física

O remoto veio pra ficar. E quem estava preocupado em conectar o varejo físico e o digital antes da pandemia, saiu na frente. As lojas físicas não perderam a relevância, pelo contrário, ganharam relevância estratégica: elas se expandem para centros de experiência. Com isso, vão ganhar novas funções, como serviços que trazem recorrência (fluxo contínuo de clientes) e utilização do ponto de venda como hub de distribuição.

2 - Dark Store

Uma tendência que veio revolucionar e agilizar o varejo. São unidades exclusivas para armazenamento, separação e envio de produtos comercializados online. Elas têm o tamanho reduzido e seu objetivo é reduzir a distância entre o público e o produto.

3 - Evolução do e-commerce

O mundo mudou. E o varejo digital não só ganhou mercado durante a pandemia, como também evoluiu com ela. O Live Commerce, evolução do E-commerce - uma estratégia que usa da interação proporcionada pelo streaming de lives para propiciar e alavancar vendas - é um modelo que já foi testado por varejistas no mundo todo e que também promete crescer em 2022. 

4 - Novas gerações chegando

A Geração Z, representada por aqueles que nasceram entre 1995 e 2010, junto com a geração Alpha, pessoas nascidas a partir de 2010, já correspondem a 50% do poder de compra mundial. Nativos digitais, essas gerações já nasceram com a internet funcionando e desconhecem um mundo que não esteja conectado. O que mais intriga é a forma não linear de fazerem compras: usam dark stores, meios de pagamento não convencionais como criptomoedas, além de terem as redes sociais como principal fonte de inspiração para o consumo. O caminho é parar de pensar em online e offline e começar a pensar em um mundo não linear. Se para o consumidor não existe diferença, para o varejo também não poderá existir.

5 - Metaverso

É mais uma revolução que chegou dando o que falar no mercado financeiro. O termo é usado para indicar uma espécie de mundo virtual que tenta replicar a realidade através de dispositivos digitais. É um espaço virtual compartilhado, constituído pela soma de realidade virtual, realidade aumentada e internet. E as grandes empresas já estão com os olhos voltados para essa tendência.

6 - Liderança

No novo modelo de gestão, o foco está nas pessoas e não no produto. É preciso ser autêntico, acessível, com uma escuta presente e um perfil motivador e inspiracional. A nova liderança é aquela responsável pelo propósito maior da empresa: engajar pessoas. Começa pelo propósito, passa pela cultura e se intensifica na transformação.

7 - Novo consumidor

Os consumidores estão de olho se o discurso das marcas é de fato aplicado na prática. Além disso, o consumidor está cada vez mais ligado a marcas que representam ou apoiam suas crenças e posicionamentos, o que exige um olhar ainda mais atento e comprometido.

8 - Tecnologia

A pandemia acelerou a digitalização. E a mudança nos hábitos dos consumidores, em especial aquelas relacionadas às novas tecnologias, está levando os varejistas a transformar a maneira como fazem negócios, como o crescimento do Machine Learning e da Inteligência Artificial e com a automação dos serviços de atendimento ao cliente.

Tecnologias que facilitam o pagamento para o consumidor ao mesmo tempo em que permitem que o varejista faça um controle de estoque em tempo real, também foram alguns dos destaques da NRF.

O varejo como conhecemos hoje não vai existir mais. O tom é de mudança e adaptabilidade, e a tecnologia tem papel fundamental nas transformações das relações entre as empresas e as pessoas.

E aí, vamos juntos?


        

5 dicas valiosas de mulheres empreendedoras

Seu negócio aceita cartão? Muitos lojistas ficam em dúvida na hora de decidir se devem ou não oferecer essa opção de pagamento. Afinal, quais são as vantagens da máquina de cartão para as vendas? Antes de fazer essa escolha, é preciso prestar muita atenção ao comportamento dos seus clientes.

Hoje os cartões de débito ou crédito são a preferência dos brasileiros para realizar pagamentos, sendo que mais de 70% dos brasileiros optam por esse meio de pagamento em suas compras, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Pensando nisso, listamos neste artigo as principais vantagens da máquina de cartão para o seu negócio. Quer saber mais? Confira a seguir!

Depois de fazer um bom balanço do ano que se encerra, traçar metas para 2019 exige planejamento e inovação

Depois de fazer um bom balanço do ano que se encerra, traçar metas para 2019 exige planejamento e inovação

Empreendedoras compartilham com a Rede as oportunidades que enxergaram para empreender e mostram dicas práticas para seguir em busca do sucesso

Por Bruna Totaro

Publicado em 08 ago 2019

mulheres falando sobre suas experiências para uma plateia
mulheres falando sobre suas experiências para uma plateia

Mesmo diante de desafios e preconceitos, cada vez mais mulheres driblam dificuldades com maestria para empreender e desenvolver o propósito da sua empresa

Depois de fazer um bom balanço do ano que se encerra, traçar metas para 2019 exige planejamento e inovação

“Quando fui empreender não senti dificuldade pelo fato de ser mulher. Acho que ser mulher me empurrou para o mundo do empreendedorismo”, afirmou Sandra Turchi, sócia-diretora da consultoria Digitalents, durante o bate-papo “Mulheres empreendedoras no mundo digital”, que lotou o estande da Rede no Fórum E-commerce Brasil 2019. Assim como ela, Fernanda Nascimento, sócia fundadora da Stratlab, e outras mulheres brasileiras que têm filhos, Sandra foi demitida da empresa que trabalhava depois da licença-maternidade. Barreira? Sim. Mas foi aí que surgiu o empreendedorismo como alternativa e, depois, se revelou em uma grande oportunidade.

Junto à Sandra e Fernanda, a sócia fundadora da Dress & Go, Mariana Penazzo, e uma das representantes do projeto Itaú Mulher Empreendedora, Marina Bautista, compartilharam experiências e dicas de como empreender sem medo, mesmo em mercados considerados majoritariamente masculinos.

1- GERE AUTORIDADE

“O seu sócio vem ou é só você? ” – Essa é a pergunta que Fernanda, dona da agência Stratlab, assim como muitas empreendedoras já ouviram em várias reuniões. Para ela, a dica para quem está começando a empreender é gerar autoridade. “Escrever na internet, se posicionar, compartilhar, mesmo que em sua rede pessoal, tudo o que você sabe e conhece sobre o mercado em que atua.  Sua empresa vai se fortalecer e você verá que esse é o valor que vai ficar e fazer com que as pessoas ignorem todo o resto”, compartilha Fernanda. “Quando comecei também foi assim, um ‘Run, Forrest, Run’. Fui gerando autoridade, descobrindo modelos de negócio, pivotando, até fazer o que realmente gostava. E agora, quando meu sócio vai às reuniões sem mim, a pergunta mudou de tom. É sempre: ‘poxa, mas e ela, não vem? ’”.

2- BUSQUE REDE DE APOIO

Marina Bautista, da equipe do Itaú Mulher Empreendedora, acredita que buscar redes de apoio é fundamental para trocar mais experiências e fortalecer novos negócios de mulheres em diferentes segmentos. “É um pouco do que tentamos promover no Itaú, estimular a conexão de mulheres e que elas procurem formar grupos de apoio segmentados também, como "mulheres no setor automobilístico", "mulheres no varejo" e etc.”.

Apesar dos obstáculos, elas já são maioria entre donos de negócios em fase inicial e impactam positivamente a economia do país

Por Abril Branded Content

22 ago 2018, 18h24 - Publicado em 20 ago 2018, 16h17

 

3- FUJA DA AUTOSSABOTAGEM

“Muito do que a gente discute, inclusive sobre estereótipos, é uma construção histórica social que demanda mais tempo, diálogo e conscientização. Mas, tem também um fator que parte de nós, que é a autossabotagem. “As mulheres se sabotam daquilo que elas podem fazer e até onde podem chegar. Normalmente os homens se aplicam para algum desafio maior e se sentem muito preparados. Se estão 50% preparados dizem que estão 100%. A mulher está 70% preparada mas acha que está 30”. A dica, aqui, é fazer uma autorreflexão para desenvolver e revelar mais as suas próprias potencialidades.

4- AGRADEÇA E APROVEITE AS OPORTUNIDADES

“Nosso lema na Dress & Go é agradeça. Por você ser mulher pode ser considerada um nicho onde está, ter uma oportunidade de uma reunião legal que um homem não teria. Tem vários investidores que focam em investir em mulher, então vai falar com esse cara. Depende do business, mas sempre aparecem oportunidades”, afirma Mariana Penazzo, sócia fundadora da Dress & Go há sete anos. Ela aconselha para sempre olhar a vida do lado mais positivo e transformar o que poderia ser um problema em uma oportunidade. “A dica é entender que os desafios vêm para a gente se fortalecer e já ir para o próximo. Porque vai ter próximo”.

5- SOBRETUDO, RESISTA

Para Sandra Turchi, a força da mulher está na resistência. “Na hora de empreender eu não senti grande preconceito por ser mulher. Tinha sentido tudo antes, no mundo corporativo. Já tinha trabalhado como executiva em mercados como varejo e indústria financeira, então já vim sendo treinada antes mesmo de empreender”. Sandra aconselha a resistir: às adversidades e aos tons de desconfiança. Além disso, estar disposta a aprender e reaprender, buscando sempre conhecimento para acertar nas escolhas de parceiros e fornecedores, também é uma de suas principais dicas para trabalhar no universo digital.


 

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